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Risco Operacional

​​Definição
Risco Operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. A definição inclui o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição. 
 

Gerenciamento de Risco Operacional
A área de Risco Operacional é responsável por identificar, avaliar, monitorar, controlar e acompanhar junto às áreas as ações, visando minimizar e/ou mitigar os riscos operacionais inerentes ao negócio da empresa e atender à legislação pertinente.
 
A mitigação do risco operacional na Dacasa Financeira é de responsabilidade de todos, dependendo da participação ativa dos colaboradores na execução de suas atividades. 
Com objetivo de definir diretrizes para gestão do risco operacional, foi elaborada a Política de Gestão do Risco Operacional. Este documento é revisado e aprovado anualmente pela Alta Administração. 

Cultura
A Dacasa Financeira entende que a adequada gestão do Risco Operacional está diretamente relacionada com o comprometimento de todos os colaboradores e nesse sentido investe constantemente na disseminação da cultura em todos os níveis da instituição, buscando disseminar para seus colaboradores uma consciência preventiva, evitando a exposição da Instituição a esses mencionados riscos.
  
Comunicação Interna
A Área de Compliance e Gestão de Riscos é responsável por disseminar para a instituição a cultura de prevenção de perdas decorrentes do risco operacional. Com periodicidade definida, os assuntos relacionados á avaliação das perdas, correções de deficiências de controle e demais assuntos pertinentes são discutidos no Comitê de Risco.
Cabe salientar que o Comitê de Risco é composto pelos Membros do Comitê Executivo, Compliance, Jurídico, Tecnologia da Informação e Auditoria Interna, além das áreas convidadas em razão da pauta, coordenado pela área de Compliance e Gestão de Riscos.
 
Alocação de Capital
O acordo da Basiléia estabelece como medida para proteger a solvabilidade das instituições financeiras e as partes envolvidas em seus negócios, a necessidade das Instituições alocarem uma parcela de seu capital com vistas a fazer frente à eventuais prejuízos operacionais.
A Dacasa Financeira mantem a posição conservadora de utilizar a metodologia de abordagem padronizada alternativa (ASA - Alternative Standardized Approach) para a alocação de capital regulatório para fins de riscos operacionais, por considerar que a mesma continua sendo a mais apropriada em função do atual cenário mundial e de acordo com a natureza e a complexidade dos produtos, serviços e atividades da Dacasa Financeira.

Plano de Continuidade de Negócios
A Dacasa Financeira busca adotar as melhores práticas de mercado sobre as atividades relacionadas à Continuidade de Negócios, por meio de políticas internas e regulamentações do Banco Central do Brasil. A Política de Continuidade de Negócios, revisada anualmente, visa à retomada em tempo hábil das atividades do negócio em caso de interrupção por falhas ou desastres significativos. Este plano contempla 2 diretrizes: Política de Continuidade do Negócio e Plano de Recuperação de Desastre. Esta política define as diretrizes e a estrutura do plano de continuidade. 


O embasamento para a implementação desta estrutura de gerenciamento é dado pelas Resolução CMN n.º 4.557/17 e 3.681/13.
Esta estrutura é regida pela Política Interna de Gerenciamento de Risco Operacional.

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